Desde que a negociação das compensações de carbono começou, a soma dos projetos voluntários certificados ajudou a reduzir, sequestrar ou evitar cerca de 440 MtCO2e, quantidade equivalente ao consumo de mais de 1 bilhão de barris de petróleo.
Projetos voluntários de carbono existem em 83 países atualmente e podem ser negociados livremente dentro do mesmo país ou entre países diferentes. A maior parte das transações de créditos de carbono são operadas na Ásia (39%) e América do Norte (26%). Índia, China e Estados Unidos, respectivamente, são os líderes globais.
O Brasil é responsável por cerca de 5% do volume de transações e aparece na quinta posição global, atrás da Turquia. As principais metas assumidas pelo governo brasileiro são a redução de 43% nas emissões de gases de efeito estufa até 2030 e a recuperação de 12 milhões de hectares de floresta até o mesmo prazo, uma área equivalente ao território do Amapá.
Os setores que mais movimentam o mercado são:
Entre os vários padrões exigidos por estas certificações, quatro aspectos são os mais importantes. O projeto precisa ser:
Fornecer evidências que, de fato, recupera ou evita emissões.
Garantir que seus efeitos dependam da atividade do projeto.
Produzir medição de seus resultados com precisão.
Estar aberto para auditoria externa neutra.
Também contamos com o CBio, que faz parte da Política Nacional de Biocombustíveis (RenovaBio), que pode ser considerado o principal ativo para a redução das emissões de gases que intensificam o efeito estufa. Cada crédito representa uma tonelada de CO2 que deixou de ser emitida.
No Brasil, o destaque é o estado do Acre, que em 2010 assinou um acordo com estado norte americano da Califórnia para o fornecimento de créditos REDD.
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